sexta-feira, 3 de setembro de 2021

O orvalho de Deus

 O ORVALHO de Deus

Oséias 14:1-9


Oséias é o primeiro livro dos profetas menores

Não em relação a importância mas sim, em relação a profecia e principalmente o alcance profetico

Mesmo que Israel estava destruída no pecado e morta como nação

Deus promete que traria restauração e vida para a nação

Bastaria somente se arrepender (v.3-9; Os.13:9-16)


1 - O ORVALHO FALA DA NOSSA HISTÓRIA

Esta promessa gloriosa não e apenas para Israel mas para nós também (v.4-5)

Se de verdade nós convertermos e dissermos: TIRA DE NOS A NOSSA INIQUIDADE

Deus nos responderá: EU OS SARAREI E TIRAREI AS SUAS INIQUIDADE

Necessitamos urgentemente do ORVALHO DE DEUS, que é o estrito contato com Ele.

Orvalho e o vapor que com o frescor da noite se condensa e torna em gotículas de água que nos refresca e podem até nos encharcar

Assim é Deus para nós (v.5; Dt.32:2; SL.72:6)


2 - O ORVALHO NOS REFRESCA

Quando a seca dura muito tempo, parece que tudo a nossa volta morre

Mas quando cai o orvalho toda a natureza volta a ter vida

Assim é quando nossa natureza e confortada pelo frescor do Espírito Santo

Somos reavivados com entusiasmo e fortalecidos 


3 - O ORVALHO EMBELEZA E REVELA

Como é linda a terra nas primeiras horas da manhã

Cobertas com gotas de orvalho que centelham a relva igual que diamantes

Floresce igual o lírio dando a Deus o aroma e a beleza das flores (5)

Estende suas raízes com a firmeza da graça de Deus (v.6)

O orvalho revela as teias de aranha que a noite foram produzidas

Com o orvalho tudo se vê: rancor, inveja, ódio, egoísmo, orgulho, hipocresia, tudo

Com razão o salmo 90:2 nos diz: CRIA EM MIM SENHOR, UM CORAÇÃO....

O ORVALHO de Deus

Oséias 14:1-9


Oséias é o primeiro livro dos profetas menores

Não em relação a importância mas sim, em relação a profecia e principalmente o alcance profetico

Mesmo que Israel estava destruída no pecado e morta como nação

Deus promete que traria restauração e vida para a nação

Bastaria somente se arrepender (v.3-9; Os.13:9-16)


1 - O ORVALHO FALA DA NOSSA HISTÓRIA

Esta promessa gloriosa não e apenas para Israel mas para nós também (v.4-5)

Se de verdade nós convertermos e dissermos: TIRA DE NOS A NOSSA INIQUIDADE

Deus nos responderá: EU OS SARAREI E TIRAREI AS SUAS INIQUIDADE

Necessitamos urgentemente do ORVALHO DE DEUS, que é o estrito contato com Ele.

Orvalho e o vapor que com o frescor da noite se condensa e torna em gotículas de água que nos refresca e podem até nos encharcar

Assim é Deus para nós (v.5; Dt.32:2; SL.72:6)


2 - O ORVALHO NOS REFRESCA

Quando a seca dura muito tempo, parece que tudo a nossa volta morre

Mas quando cai o orvalho toda a natureza volta a ter vida

Assim é quando nossa natureza e confortada pelo frescor do Espírito Santo

Somos reavivados com entusiasmo e fortalecidos 


3 - O ORVALHO EMB


4 - CRIANDO CONDIÇÕES PARA QUE DESÇA O ORVALHO

Vira no vale da humilhação e não na montanha do orgulho

Pedro perdeu o foco no monte da transfiguração, quando quis adorar ao monte e não ao Criador

E na humilhação e na dor que Deus quer nos

Vira quando não houver ruídos, tempestades, terremotos, trovões, nem fogo e nem conflito apenas um silvo suave (1Rs.19:11)

Durante as tempestades não podemos esperar pelo orvalho

Vira exatamente de onde estamos esperando, assim como a terra seca olha para os céus

Como os apóstolos perseveravam unânimes (At.1:14)

São benditos os que tem fome e sede (MT.5:6; Sl.42:1-2)


4 - CRIANDO CONDIÇÕES PARA QUE DESÇA O ORVALHO

Vira no vale da humilhação e não na montanha do orgulho

Pedro perdeu o foco no monte da transfiguração, quando quis adorar ao monte e não ao Criador

E na humilhação e na dor que Deus quer nos

domingo, 25 de julho de 2021

A Ceia do Senhor e a Comunhão

 A ceia e a Comunhão


Os elementos que compõem a Ceia do Senhor, o pão e o vinho, são figuras, sendo que cada participante é a realidade! É comum as pessoas reverenciarem e atribuírem valor às figuras quem compõe a Ceia do Senhor, mas, negligenciarem a realidade.


“...Porventura, o cálice de bênção que abençoamos, não é a comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos, não é, porventura, a comunhão do corpo de Cristo? Porque nós, sendo muitos, somos um só pão e um só corpo, porque todos participamos do mesmo pão...” (1Co.10:16-17)


É comum, nas comJounidades cristãs, reverência extrema para com os elementos utilizados na composição da mesa, nas reuniões da ceia do Senhor. Os participantes da mesa cuidam, com esmero, de cada pedacinho de pão, servido pelos membros que o pastor designa para o serviço. Caso, sobre os membros podem comer e os filhos dos membros também podem participar após a ceia e ao termino do culto.


Nós servimos o cálice com suco de uva, mas pode ser servido com vinho, nós não o fazemos para proteger os irmãos. 


O que se percebe, por trás de tal cuidado e suspeição, é que muitos cristãos desconhecem o real significado da comunhão do corpo e do sangue de Cristo! Na verdade, são muitos os que participam da mesa, mas, poucos os que discernem o corpo do Senhor, e por isso, são muitos os que participam, indignamente (1 Co 11:29).


1 - Discernindo o corpo do Senhor

O que é ‘discernir’? Discernir é compreender (conceito, situação, etc.), perceber, entender.

Mas, o que o crente precisa compreender? Precisa compreender (discernir) o corpo do Senhor! O que é o corpo do Senhor? O corpo do Senhor é a Sua igreja!


“...E ele é a cabeça do corpo, da igreja; é o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que, em tudo, tenha a preeminência...” (Cl 1:18);


“...Antes, seguindo a verdade, em amor, cresçamos, em tudo, naquele que é a cabeça, Cristo, do qual todo o corpo, bem ajustado, e ligado pelo auxílio de todas as juntas, segundo a justa operação de cada parte, faz o aumento do corpo, para a sua edificação em amor...” (Ef 4:15-16);


“...Porque nunca, ninguém, odiou a sua própria carne; antes a alimenta e a sustenta, como, também, o Senhor à igreja; Porque somos membros do seu corpo, da sua carne e dos seus ossos...” (Ef 5:29-30).


Para ser participante da mesa, ou seja, da ceia do Senhor, é imprescindível compreender o que é a igreja, ou seja, o corpo do Senhor.


  

Figura e realidade

Os elementos que compõem a mesa do Senhor (pão e vinho) é figura, sendo que cada participante é a realidade! É comum as pessoas reverenciarem e atribuírem valor às figuras, mas, negligenciarem a realidade.


Os escribas e fariseus agiam dessa forma: valorizavam o que era superficial, em detrimento da essência:


“...Ai de vós, condutores cegos! Pois, que dizeis: Qualquer que jurar pelo templo, isso nada é; mas, o que jurar pelo ouro do templo, esse é devedor. Insensatos e cegos! Pois, qual é maior: o ouro ou, o templo, que santifica o ouro? E aquele que jurar pelo altar, isso nada é; mas, aquele que jurar pela oferta, que está sobre o altar, esse é devedor. Insensatos e cegos! Pois, qual é maior: a oferta ou, o altar, que santifica a oferta? Portanto, o que jurar pelo altar, jura por ele e por tudo o que sobre ele está; E o que jurar pelo templo, jura por ele e por aquele que nele habita; E o que jurar pelo céu, jura pelo trono de Deus e por aquele que está assentado nele...” (Mt.23:16-22).


Qual o valor do ouro sem o templo? No entanto, os fariseus faziam as pessoas jurarem pelo ouro, o revestimento do templo de Herodes. Qual a serventia da oferta sem o altar? Os fariseus faziam as pessoas jurarem pela oferta.


Enquanto o participar da ceia do Senhor demonstra a comunhão do corpo de Cristo e o cuidado a ser dispensado para com o irmão, o que se apregoa é um cuidado consigo mesmo. Durante os sermões, que antecedem a ceia, geralmente, o que os preletores ensinam é que não se deve chegar atrasado para o culto da ceia ou, que é necessário se santificar, orar, jejuar, etc., para ser digno da mesa.


A comunhão entre os membros

No entanto, à luz das Escrituras, o que deveria ser ensinado, aos cristãos, é o cuidado para com o outro! Pela falta de cuidado para com os membros do corpo de Cristo, o apóstolo Paulo repreendeu os irmãos de Corinto que, ao se reunirem no culto de ceia, alguns comiam e se embriagavam e se esqueciam dos que nada tinham para comer.


Dai a reprimenda: ‘Não tendes casa para comer e beber’? A atitude de tais cristãos era de desprezo pela igreja (corpo de Cristo) e envergonhavam os membros do corpo que nada possuíam! (1 Co 11:22)


O ensinamento que o apóstolo Paulo passou aos irmãos de Corinto, foi o mesmo que ele aprendeu do Senhor Jesus que, na noite em que foi traído, pegou o pão e, após dar graças, partiu o pão e disse: ‘Isto é o meu corpo que é partido por vós’! (1 Co 11:24)


O pão que Cristo partiu tornou-se o seu corpo? Evidente que não! Ele estava estabelecendo o pão como figura, para fazer referência à unidade do seu corpo. Na verdade, cada um dos discípulos, que estava à mesa, tornou-se o corpo de Cristo, ou seja, a sua igreja.


Pelo fato de cada discípulo, em particular, comer do pão que Cristo repartiu, significa que eles gozavam de plena comunhão com Cristo: Cristo a cabeça e cada um dos discípulos, em particular, membros do seu corpo.


O pão que foi partido por Jesus significa a comunhão do corpo de Cristo, de modo que, existem muitos cristãos, porém, todos são um só pão e um só corpo em Cristo.


“O pão que partimos não é, porventura, a comunhão do corpo de Cristo? Porque nós, sendo muitos, somos um só pão e um só corpo, porque todos participamos do mesmo pão.” (1 Co 10:16-17).


Diferenças socioeconômicas

O que os cristãos, à época do apóstolo Paulo, precisavam compreender? Que, apesar de cada um, na sociedade, pertencer a uma classe social, contudo, todos eram membros do corpo de Cristo.


As diferenças socioeconômicas, à época, eram gritantes, de modo que havia servos e livres, judeus e gregos, senhores e escravos, homens e mulheres, em uma única comunidade e cada membro, em particular, tinha que compreender que, cada um dos que ali estavam reunidos, eram filhos de Deus, pela fé em Cristo:


“...Porque todos sois filhos de Deus, pela fé em Cristo Jesus. Porque todos quantos fostes batizados em Cristo, já vos revestistes de Cristo. Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus...” (Gl 3:26-28).


Um cristão, senhor de escravos, que não se acomodasse junto a um cristão escravo, sob o pretexto de que era senhor e jamais se ajuntaria a um escravo, era indigno de ser participante da mesa do Senhor Jesus, pois não discernia o corpo do Senhor.


Um cristão judeu, que dissimulasse para não se ajuntar com os cristãos convertidos dentre os gentios, na verdade, não andava segundo o evangelho de Cristo, portanto, não discernia o corpo de Cristo, visto que, após crer em Cristo, cada crente, não importando se judeu ou grego, em particular, se revestiu de Cristo, de modo que em Cristo não mais existe judeu ou, grego.


“...Porque o amor de Cristo nos constrange, julgando nós assim: que, se um morreu por todos, logo, todos morreram. E ele morreu por todos, para que os que vivem, não vivam mais para si, mas, para aquele que por eles morreu e ressuscitou. Assim, que, daqui por diante, a ninguém conhecemos segundo a carne e, ainda que, também, tenhamos conhecido Cristo segundo a carne, contudo, agora já não o conhecemos desse modo...” (2Co.5:14-16).


A essência da ceia do Senhor

Compreendendo a verdade do evangelho, certo é que a ceia do Senhor não deve ser rotulada como sendo a experiência mais rica da vida cristã, mas, sim, o fato de o crente ter morrido com Cristo e ressurgido uma nova criatura, quando creu que Jesus é o Cristo.


Ao discernir o corpo do Senhor, o cristão tem plena consciência de que a expressão concreta do amor de Deus se deu quando Ele enviou o seu único Filho ao mundo, não no momento que participa da ceia. Do mesmo modo, compreende que, a partir do momento que creu em Cristo, é participante do corpo de Cristo e essa é a sua maior alegria, não o fato de pertencer a uma denominação ou, a uma igreja local.


A ceia do Senhor não é o evento mais importante para o cristão, ou o culto de maior importância. Aquele que julga como entendido (1 Co 10:15), sabedor de que a ceia é um memorial para o cristão, não pode se esquecer da morte de Jesus (Lc 22:19), de que Ele morreu por todos os homens.


Só discerne o corpo de Cristo aquele que, aos se assentar à mesa com os demais componentes, que o foco central da reunião não são os elementos dispostos sobre a mesa, mas, os participantes da mesa. Os participantes da mesa são superiores à mesa, pois o cristão é o pão, cujo pão de farinha o representa. Quem é participante da aliança no sangue, é o cristão, cujo vinho presente na mesa, somente representa.


A ceia é um momento de ação de graças por algo que é perene na vida do crente: a comunhão com todos os santos no corpo de Cristo (1 Jo 1:3). A ceia do Senhor não representa renovação de aliança, preparação para vencer o mundo, renovação espiritual, perdão de pecados, etc.


Na verdade, os participantes da ceia do Senhor já estão sob a proteção da nova aliança no sangue de Cristo, visto que escaparam da corrupção que há no mundo (2 Pe 1:4). O participante da mesa é mais que vencedor, por aquele que O amou e o maligno não lhe toca. (1 Jo 5:18; 1 Jo 2:13; Rm 8:37)


Má compreensão acerca da ceia

Quem participa da ceia esperando ser abençoado, na verdade, ainda não compreendeu, plenamente, o evangelho de Cristo, vez que o crente é quem abençoa o cálice de que irá participar: “...Porventura o cálice de bênção, que abençoamos, não é a comunhão do sangue de Cristo?...” (1Co.10:16).


O cálice é de bênção, mas quem abençoa o cálice é o próprio crente. O cálice é simbolo da nova aliança no sangue de Jesus, que torna o crente abençoado, com todas as bênçãos espirituais (Ef 1:3). A comunhão do sangue de Cristo proporciona aos participantes a bem-aventurança prometida a Abraão!


A realidade da nova aliança efetivou-se na cruz, de modo que a comemoração, que é feita com os irmãos, somente é um memorial do que foi estabelecido na cruz, que cada cristão deve anunciar, até a volta de Cristo. (1 Co 11:25)


A reunião para cear à mesa do Senhor, visa anunciar a morte de Cristo até a sua volta, mas, quem come o pão e bebe o cálice sem discernir (compreender) que o corpo de Cristo é constituído de servos, livres, judeus, gregos, pobres, ricos, homens, mulheres, bárbaros, citas, etc., come e bebe para a sua própria condenação.


“...Portanto, qualquer que comer este pão ou, beber o cálice do Senhor indignamente, será culpado do corpo e do sangue do Senhor. Examine-se, pois, o homem a si mesmo e assim coma deste pão e beba deste cálice. Porque o que come e bebe indignamente, come e bebe para sua própria condenação, não discernindo o corpo do SENHOR...” (1 Co 11:27-29)


Um crente em Cristo é membro do corpo de Cristo, portanto, é equivocada a ideia de que o crente precisa se preparar para participar da ceia. A importância maior está em ser membro do corpo de Cristo, pois a mesa com pão e vinho é somente um memorial!


“...Ora, vós sois o corpo de Cristo e seus membros, em particular...” (1Co.12:27)


O pão representa o corpo de Cristo, para não esquecermos que somos o corpo de Cristo e seus membros, em particular. Não é o momento da ceia que deve ser levado a sério, mas, sim, a verdade de que cada cristão é membro do corpo de Cristo, portanto, se faz necessário considerar o outro, sempre em honra: “...Nada façais por contenda ou por vanglória, mas, por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo...” (Fl 2:3).


Se o crente em Cristo, à época do apóstolo Paulo, compreendesse essa recomendação, certamente, que os cristãos, senhores de escravos, considerariam os cristãos que eram escravos, como superiores a si mesmo. Um cristão judeu, por sua vez, consideraria um cristão convertido dentre os gentios em alta conta. Um crente romano aceitaria o grego, o judeu, o bárbaro, como superior a si mesmo.


Geralmente, aqueles que exortam os cristãos a se concertarem ou, a se santificarem, para serem dignos da ceia, assim o fazem, com base no verso 28: “Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma deste pão e beba deste cálice” (1 Co 11:28). O auto exame que recomendam, refere-se à conduta do dia a dia, porém, o exame requerido é em relação ao outro, como membro do corpo de Cristo.


O crente precisa e deve fazer um auto-exame, se não despreza o outro, que Deus tomou por Seu servo, por questões socioeconômicas, partidarismo, fofocas, etc.


“...Quem és tu, que julgas o servo alheio? Para seu próprio SENHOR ele está em pé ou cai. Mas estará firme, porque poderoso é Deus para o firmar...” (Rm 14:4); “...E eu, irmãos, apliquei estas coisas, por semelhança, a mim e a Apolo, por amor de vós; para que em nós aprendais a não ir além do que está escrito, não vos ensoberbecendo a favor de um contra outro. Porque, quem te faz diferente? E que tens tu que não tenhas recebido? E, se o recebestes, por que te glorias, como se não o houveras recebido?...” (1 Co 4:6-7); “...Irmãos, não faleis mal uns dos outros. Quem fala mal de um irmão e julga a seu irmão, fala mal da lei e julga a lei; e, se tu julgas a lei, já não és observador da lei, mas juiz...”  (Tg 4:11)


De nada adianta a chamada ‘organização’ ou, a ‘ordem’ no culto, com relação à preparação do pão, à arrumação do pão e do cálice sobre a mesa, à disposição dos utensílios, o tomar o cálice ao mesmo tempo em que o outro ou, comer o pão todos ao mesmo instante, sob a voz de comando do anjo da igreja, etc., porque essa não é a ideia da ordem ‘esperai uns pelos outros’. (1 Co 11:33)


A ordem do apóstolo Paulo é para se aceitar um ao outro, receber um ao outro como irmão em Cristo, não importando as barreiras socioculturais ou econômicas, ou seja, evitar as divisões, dissensões (1 Co 11:18), o que é completamente diferente da ideia de esperar um ao outro. De que adiante esperar o outro, se ele nada tem para comer?


Quando é dito que, comendo, cada qual se ‘antecipava’[3], isto se dava pela segregação que havia no seio da igreja (não vou me ajuntar à ralé), a ponto de alguém que tinha posses, se antecipava a comer e beber até se embriagar e quem nada tinha, ficar com fome.


Daí a consideração:

“...Antes, os membros do corpo que parecem ser os mais fracos são necessários; E os que reputamos serem menos honrosos no corpo, a esses honramos muito mais; e aos que, em nós, são menos decorosos, damos muito mais honra. Porque os que em nós são os mais nobres, não têm necessidade disso, mas Deus assim formou o corpo, dando muito mais honra ao que tinha falta dela; Para que não haja divisão no corpo, mas, antes, tenham os membros igual cuidado uns dos outros...” (1Co.12:22-25)


A ceia do Senhor visa conscientizar aqueles que não discernem o corpo do Senhor, de que não deve existir divisão no corpo. Que cada membro deve dispensar igual cuidado, uns para com os outros.


“...Não atente cada um para o que é propriamente seu, mas, cada qual, também, para o que é dos outros...” (Fl 2:4)



www.itsteologia.com.br

Wagner Teeuel

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

E AINDA ME CHAMAM DE SEITA

 Por que somos chamados de seita?

Como já vimos em capitulos anteriores isto é fato antigo o “grande reformador” Calvino, perseguiu a um unicista de nome Miguel de Cervet, a Igreja foi perseguida nos primeiros anos e hoje ainda não é diferente, ultimamente temos sido perseguidos por homens maus que distorcem a verdade ausando-nos de “anti-cristo”, “falsos-profetas”, e muitos outros titulos, mais minha pergunta é: Isto não é uma incoerencia? Pois somos nós que anunciamos a divindade de Cristo e o apontamos como único Deus, e este povo nos chama de “anti-cristo”.

Recordo-me que em uma determinada ocasião eu estava no escritório de um amigo e logo chegou um pastor aqui de Mogi das Cruzes e começou me afrontar dizendo que eu era da Igreja primitiva, e, que não usávamos Bíblias e sim pergaminhos, e que as coisas velhas deveriam ficar nos museus, pois Cristo é novo. E me pediu para que eu levasse até ele uma cópia dos pergaminhos, ao que, lhe respondi que seria impossível pois meus irmãos unicitários foram queimados enrrolados nele pelos “pseudos-reformadores”. Não se engane, pois hoje é muito bonito falar de mártires e todos querem ser mártires, porem, os verdadeiros mártires foram os Cristãos Unicitários que foram lançados em covas de leões, foram crucificados, foram queimados, foram lançados em calabouços tudo porque criam e pregavam que o Messias anunciado havia nascido e sido pregado no calvário e seu nome é Jesus, é muito fácil reconhecer a Jesus como o Messias para um povo latino como nós, porem, é muito difícil para um judeu reconhecer o Messias porque para este reconhecimento o judeu entende que o Messias só pode ser Deus encarnado, pois esta era a ordem de Deus.

Quero aqui neste capitulo tentar na medida do possivel explicar o que é uma seita, e qual o motivo que os “apologetas trinitários” nos acusam de seita.

O que é uma seita afinal de contas?
Seita (< latim secta = "seguidor", proveniente de sequi = "seguir") é um conceito utilizado para designar, em princípio, simplesmente qualquer doutrina, ideologia ou sistema que divirja da correspondente doutrina ou sistema dominante (ou mais de um, quando for o caso), bem como também para designar o próprio conjunto de pessoas (o grupo organizado ou movimento aderente a tal doutrina, ideologia ou sistema), os quais, conquanto divergentes da opinião geral, apresentam significância social.
Usualmente conecta-se o termo à sua significação específica (stricto sensu) apenas religiosa, com o que por "seita" entende-se, a priori e de ordinário, imediatamente "seita religiosa". Porém, tal nexo causal não é imperativo, pois nem sempre uma seita está no domínio religioso.
Considerações filosóficas
•    Seja qual for a sua inserção semiológica, imprescindível é saber que seita, como ideologia ou como grupo que a professa, está colocada em desfavor no jogo do poder, face ao(s) detentor(es) da dominação. Isso vale em religião, política, ou outra qualquer expressão humana.
•    Seita é conceito sempre relativo em termos circunstanciais de espaço-tempo e de grau de abrangência cultural e/ou populacional.
•    Além disso, é conceito dinâmico, pois o que é seita num dado lugar, num dado momento histórico e para dada abrangência cultural e/ou populacional, pode vir a ser a ideologia dominante numa outra circunstância (espaço-tempo, cultura etc. diferentes, subsequentes).
O conceito essencial de seita conecta-se com o de heresia, já que este significa o conjunto de idéias que, em princípio e face às consideradas dominantes, destas divergem e devem, portanto, ser rejeitadas. A questão da rejeição é, naturalmente, tão pura e simplesmente, apenas imposição do poder da estrutura ideológica que está no domínio.
Etimologia
A palavra seita provém do latim secta (de sequi, que significa seguir), um curso de acção ou forma de vida, designando também um código comportamental ou princípios de vida ou ainda uma escola de filosofia ou doutrinas. Um sectator é um guia leal, aderente ou seguidor.
As palavras sectarius ou sectilis referem-se também ao corte ou acto de cortar, embora a etimologia da palavra não tenha semelhança alguma com a definição moderna que lhe é dada dentro do contexto atual.
Seita religiosa
Seita designa um grupo de pessoas (um movimento) que professam nova ideologia divergente daquela da(s) religião(ões) que são consideradas dominantes e ou oficiais, geralmente dirigidos por líder com características de personalidade consideradas carismáticas, mas ainda com fraco ou pouco reconhecimento geral por parte da sociedade. Mas, já se viu, a questão do reconhecimento é tão-apenas relativa.
Em oposição, o termo denominação religiosa é utilizado para designar os movimentos com reconhecimento geral na sociedade, embora, no Islão, os grandes grupos de seguidores wahhabis, xiitas e sunitas sejam considerados por muitos como seitas.
Muitas das chamadas "seitas" desmembram-se, cessam ou mudam de direção ideológica e/ou doutrinária com o desaparecimento dos seus líderes. Outras vezes, na ampla dinâmica histórica, aqueles outrora ditos "seitas" passam a assumir posição de domínio.
Do ponto de vista legal, os estados ocidentais passam a reconhecer as seitas religiosas como denominações religiosas quando estas obtêm registro oficial como pessoa jurídica, embora a perseguição religiosa e as injunções de manipulação de poder nem por isso se extingam. Com efeito, têm sido uma prática constante ao longo dos tempos para os grupos considerados como seitas.
É interessante lermos o que o Pastor Natanael segundo a CACP – CENTRO APOLÓGÉTICO CRISTÃO DE PESQUISAS, afirma este ser o mais renomado apologeta do Brasil, mais é importante ao apresentarmos aqui sua explicação de que sua apologia é pessoal, particular e sem base as Sagradas Escrituras, vejamos o que diz o Pastor Natanael:
“…O gnosticismo não obteve êxito. Os membros deste movimento ensinavam a salvação através do conhecimento místico, e não pela fé em Jesus. Eles constituíam grupos muito diversificados em suas doutrinas, pois diferiam de lugar para lugar, e em seus períodos. Essa doutrina era nada mais que um enxerto das filosofias pagãs nas doutrinas cristológicas. Negava o Cristianismo histórico (segundo ela, o Senhor Jesus não teve um corpo, isto é, não veio em carne, e seu corpo seria mera aparência, que chamavam de corpo docético). Seu período áureo foi entre 135-160 d.C., mas o gnosticismo já dava trabalho às igrejas na época dos apóstolos. O evangelista João enfatiza que “o Verbo se fez carne” (Jo 1.14); e “todo o espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus...” (1 Jo 4.3). É bom lembrar que os escritos joaninos são do final do primeiro século, escritos na cidade de Éfeso, então capital da Ásia menor, de onde surgiu o gnosticismo.

A Igreja saiu ilesa nessa batalha contra o gnosticismo, mas deixou de saldo a preocupação dos cristãos sobre a divindade do Logos e o monoteísmo. Os pais da Igreja se empenharam muito nessa luta contra as heresias. Se Jesus é Deus absoluto, como fica o monoteísmo judaico-cristão? Por outro lado havia outra questão:

se o Logos é subordinado ao Pai, não se com¬promete a divindade absoluta de Jesus? Havia na época os alogoi e os ebionitas.

Os alogoi eram contra a doutrina do Logos: negavam a divindade de Jesus. Os ebionitas constituíam a seita do segundo século, que negava a deidade absoluta de Cristo. Formavam uma comunidade de judeus-cristãos. O nome vem do hebraico e significa “pobre”. Eles criam em Jesus como o seu Messias, mas negavam sua deidade — o embrião da doutrina cristológica das Testemunhas de Jeová. Os ebionitas tinham horror aos escritos paulinos, pois Paulo colocava judeus e gentios no mesmo bojo: “to¬dos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Rm 3.23), e pelo fato deste apóstolo pregar a divindade de Cristo (Rm 9.5; Cl 2.9; Tt 2.13, etc.). Viviam o ritual da Lei e os costumes judaicos, e eram hostilizados tanto pelos judeus como pelos cristãos. Eram numerosos no final do primeiro século, mas aos poucos foram de¬saparecendo do palco, sumindo de vista no cenário da história da Igreja. Hoje estão mani¬festos com nova roupagem…”
Dá para se ver ao lermos este comentario infeliz do Pastor Natanael, de que ele realmente não sabe do que está falando, ao dizer que nós os unicistas negamos a Divindade de Cristo Jesus, quando nosso texto aureo está em  1ªJoão 5:20 que afirma ser Jesus o Verdadeiro Deus e a vida Eterna. Como fazer apologia de uma coisa como a santíssima trindade, se a propria Bíblia refuta outros deuses?
O povo unicista de maneira nenhuma são correntistas dos ebionitas ou sabelianistas, tambem não somos monarquianistas, unicamente cremos que Jesus é Deus, minha pergunta é, crer na divindade de Cristo me faz um herege? Ou sectário? Pois bem sou sectário, porem negar o Nome de Jesus Cristo jamais.
Recordo das palavras do meu velho pai, já falecido que dizia: “SÓ HÁ UM SER QUE QUER DIMINUIR A JESUS, E ESTE É O DIABO, OS QUE ASSIM FAZEM DELIBERADAMENTE TRABALHAM PARA O PAI DA MENTIRA”. (L.R.Santos)
Veja ainda o disparate de inverdades que o senhor Raimundo F. de Oliveira escreve em seu livro Seitas e Heresias – um sinal dos tempos da editora CPAD:
“ No tercerio seculo de nossa era, surgiu um movimento doutrinário a respeito da natureza de Deus, liderado por Sabélio, um presbítero da Igreja Cristã no norte da Africa; esse ensino de Sabélio consistia na negação da existencia da trindade, dizendo que Jesus era o Jeová do AT…. Este ensino desapareceu antes do fim do seculo IV, porem ressurgiu neste seculo, com uma nova roupagem chamado de “SÓ JESUS ou NOVA LUZ”
O pobre Raimundo nem sequer se deu ao trabalho de pesquisar a quantidade de asneiras que escreveu e traz a seguinte refutação bíblica acompanhe:
“…todo e qualquer movimento religioso que pôe a revelação particular e as experiencias pessoais acima da revelação divina da Bíblia Sagrada, cai em graves erros de interpretação da doutrina cristã. Isto é o que acontece com os seguidores do movimento “SÓ JESUS”.
Realmente não há necessidade de refutar tão apremiante verdade, este senhor que escreve isto apenas esquece-se de informar qual a base bíblica para batizar o povo na trindade, e tambem esquece-se de informar que é trindade afinal de contas? Pois ao lermos as Sagradas Letras, encontramos que estes senhores apologetas nada mais são que marionetes do catolicismo romano, defendem a farsa da reforma que nada mais fizeram a não ser condenar irmãos unicistas a fogueiras e outras mortes horrendas, na verdade já estamos conseguindo descobrir quem é quem nas seitas não é mesmo?
Agora é bem verdade que dentro do movimento Unicista existem diversas facções entre elas o tabernáculo da fé que é veemente refutada por mim por entender que não existe bases para tais ensinos, tambem refutamos por completo a Igreja Cristo Vive, entre outras mais somos unidos a todos os que professam que Jesus Cristo é o único Senhor.
Pedimos a gentileza dos senhores teologos trinitarianos a terem respeito pela nossa fé e não nos desrespeitarem mais, pois assim como existem milhares de assembléias, presbiterianas, e demais denominações tambem dentro da Unicidade existem diversas denominações que professam a verdade inquestionável que liberta, isto é, de Jesus é Deus e o único Deus.

Texto extraido do livro CONTRA FATOS NÃO HÁ ARGUMENTOS

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012






è o fim do mundo


Recentemente eu tive uma discordancia com o Deputado Federal Marco Feliciano, pois o mesmo afirmou em uma pagina de relacionamento que sentiu poderosamente a presença de Deus naquele lugar quando anistiaram os Bombeiros do Rio de Janeiro.

Em primeiro lugar quero expressar aqui meu repudio a greve de qualquer classe, creio piamente que greve é coisa de anarquista, de baderneiros.

Em segundo lugar amigos leitores, como é possivel sentir a presença do Altíssimo apoiando os atos de vandalos que quebraram todo o quartel, ora a minha avó dizia: ME FALE COM QUEM VOCE ANDA QUE EU FALO QUEM VOCE É.
Agora estes mesmos vandalos estavam atendendo ao chamado do predio que caiu no Rio acho que voces viram, e eles estavam recolhendo os despojos, dá pra acreditar.
como se não bastasse agora a policia da Bahia, em greve, já está pedindo a liberação dos presos e anistia ao fim da greve, eles invadiram a Camara, sujaram tudo, quebraram tudo e agora pedem anistia?
O senhor Deputado voce deve sentir qualquer coisa menos a presença do Altíssimo diante de uma situação como esta, por favor, vamos acabar com a hipocresia?

estou cada vez mais irritado com parlamentares cristãos, se por um lado fazem coisas boas como engavetar a PL 122 ( que não é outra coisa, a não ser empurrar com a barriga), por outro lado em escutas telefonicas foram pegos incitando a greve no Rio, por favor senhor Garotinho que está acontecendo?

O pior de tudo é que no Facebook, estão fazendo campanha pro Marco Feliciano tornar-se Senador, quer um conselho amigo? volte os seus olhos apenas para as suas pregações e louvores, pois nas Igrejas voce é um Show Man, porem, em Brasilia voce é uma catastrofe.

Vamos fazer uma campanha e colocar fim a hipocresia

Ortodoxo, Eu?


 Recentemente fui chamado de Ortodoxo, o que me deixou extremamente feliz, pois tenho uma teoria de pregar o que eu creio.
Louvo a Deus, por estar trilhando há 14 anos como pastor e nunca ter me corrompido com mensagens de auto-ajuda, de auto-proclamação, de farizeismo, de prosperidade, o que creio isto eu prego, e prego Jesus é o Senhor.
A definição estrita da palavra Ortodoxo, me alegra muitíssimo, pois Orthós Orthoós  que significa RETOS e Dóxa dóxa que significa OPINIÃO, logo ORTODOXO parece indicar CRENÇA CORRETA. Portanto, eu só posso ser ortodoxo, crer naquilo que é certo e defender o que é certo. A ortodoxia desenvolveu dois princípios teológicos, hoje esquecidos, dos que jazem no mundo do engano e da falsa crença da trindade: os princípios são: Formal e Material
Formal: é a Bíblia
Material: A Doutrina Unicista.
Neste prisma, me vanglorio hoje então de ser “taxado” de Ortodoxo, pois ressalta que o que cremos é verdade.
Não meus amigos, eu não me atrelo a trinitários, que posam no seu orgulho para fotos de recordações e tem seus corações a mesma e velha crença católica incapaz de salvar e de resgatar o homem pecador.
Também ao ser questionado sobre o batismo se é ou não para a salvação, torno a afirmar que sim, é para salvação, pois é no batismo que recebemos o Nome, o único batismo que não é para a salvação é o batismo trinitário, pois este meu amigo não serve pra nada. Em atos 4:12 nos diz que em nenhum outro há salvação, porque também debaixo dos céus nenhum outro Nome é dado entre os homens para que possamos ser salvos, como receber o nome? Através do batismo Pedro nos afirma em sua carta que o batismo que agora salva 1º Pedro 3:21, ainda em Marcos Jesus afirmou que aquele que crer e for batizado será salvo, mais o que não crer será condenado. É obvio que o batismo sim é para a salvação, salvação para os que creem, porque não adianta de nada ser batizado se não crer na eficácia do Nome.
Outro questionamento foi quanto ao púlpito salvar.
Tenho que concordar que púlpito não salva, o que salva são as palavras lançadas do púlpito, muitos pregadores detentores da verdade preferem negligenciar esta mensagem poderosa sob pena de perder alguns súditos e pregar apenas mensagens de auto-ajuda, mensagens de prosperidade etc... e desta forma o púlpito realmente não está salvando assim, como o púlpito e a homilia de um padre não pode fazer nada. Temos que ser pregadores de um púlpito que convença, e não coloque o pobre do pecador na mesma posição de um santo, pecador é merecedor de misericórdia, assim como o santo que já a alcançou.
Fico imaginando nos dias de hoje, quantos de nós estaríamos capacitados para seguirmos a Jesus como seus discípulos? Creio que poucos, pois assim como faltou para Tomé a convicção, falta também para a maioria dos pregadores hoje.
Fiquei também consternado ao ver que um amigo meu afirmou que eu dou aulas para meus amigos trinitários pois estou visando dinheiro, nunca pensei, que isto poderia sair do seu coração, pois os que conhecem o ITS – INSTITUTO TEOLÓGICO SHAMMAH, sabem que 80% dos alunos são bolsistas e não pagam sequer as apostilas, nossa Instituição tem uma única finalidade transformar o homem através do conhecimento, é triste, porem, é perfeitamente logico receber um ataque como este que recebi hoje.
Para terminar meu desabafo sigo em frente afirmando, sou Unicista creio em um único Deus, seu Nome é Jesus e o Batismo só pode ser em Nome de Jesus para que o homem seja salvo, isto me torna um ortodoxo? Bem... O que cremos isto pregamos...

Atte

Pr.Dr. Wagner Teruel
www.itsteologia.net

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

A IMPORTANCIA DO ESTUDO TEOLÓGICO



A Importância do Estudo Teológico

Muitas vezes nos perguntamos o porquê do estudo teológico, não seria o suficiente para nossas vidas as pregações e palavras ditas nos cultos?

Obviamente que não e abaixo tento explicar o por que:

Os ensinos teológicos  são imprescindíveis para o homem e de valor inestimável. São livros escritos segundo a própria sabedoria divina, inspirados pelo Espírito Santo de Deus, como nos relata a Bíblia em 2 Pedro 1.21. Desprezar estes livros é o mesmo que desprezar uma lanterna em um túnel totalmente escuro, cujo qual você precisa atravessar, em outras palavras é o mesmo que desprezar o caminho para a salvação.

O propósito de estudar a Bíblia, de forma ordenada e contínua, é que as Sagradas Escrituras podem:

1) Levar-nos á Fé salvadora em Cristo Jesus (2 Timóteo 3.15).
Significado de Fé é: Crer no SENHOR Jesus Cristo como único salvador de nossas vidas, crer nos seus ensinamentos e na vida eterna alcançada devido a obediência dos mesmos.

O homem em si é limitados, ou seja, somos que nem Tomé, as vezes necessitamos ver para crer. Com isso quando lemos na bíblia sobre cura de enfermos, demônios sendo expulsos, pessoas sendo ressuscitadas e até mesmo as profecias ditas, a principio, no inicio da nossa caminhada cristã, por mais que acreditamos no que está escrito, quando vemos estas situações dentro da igreja, perante nossa face, nós mesmos vamos dando mais credito a palavra, é onde com a leitura constante, nossa Fé vai cada vez mais se edificando até chegar ao ponto onde nada poder nos abalar, como foi a Pedro, Tiago, João, Paulo e outros discípulos e apóstolos de Jesus Cristo.

2) Orientar-nos sobre decisões do dia-a-dia (2 Timóteo 3.16).

Na Bíblia temos dezenas de exemplos de vida, onde podemos aprender com os erros como também com os acertos. Através das histórias, podemos nos deparar com situações do nosso dia-a-dia e tirar nossas dúvidas sobre determinados assuntos.

Temos o caso de Jô, vaso único, inigualável na terra segundo Deus relata a satanás (JÓ 1.8), mesmo assim padeceu enfermidades, perdeu sua família e dinheiro por provação de Deus, durante dois anos. Ainda assim permaneceu fiel a Deus e o SENHOR o restituiu tudo em dobro.

Vemos também o exemplo de Davi, homem segundo o coração de Deus. Exemplo de humildade (1 Samuel 16.14-23), onde mesmo já ungido (separado) para rei de Israel, foi e serviu a Saul, tocando sua harpa para espantar o espírito mau que o atormentava.

Exemplo de coragem (1 Samuel 17.32), onde ali na peleja contra os filisteus, Davi não olhou para o tamanho de Golias e sim olhou para o seu SENHOR e desceu ao vale e venceu o gigante.

E o maior de todos os exemplos, que foi o nosso SENHOR Jesus Cristo, onde nos ensinou o amor ao próximo, a humildade, obediência aos propósitos de Deus e mostrando que somos capazes de vencer as lutas, calúnias, humilhações e afrontes deste mundo.

3) Guardar-nos contra superstições, mentiras e enganos (Salmo 119.105).

Lembramos que o SENHOR Jesus, ao ser levado ao deserto e sendo tentado por satanás, ele obteve suas respostas nas Sagradas Escrituras. Quando temos a palavra conosco, mesmo quando nos atacam através de versículos bíblicos distorcidos, tentando nos enganarem, nós saberemos contra-atacar através da Bíblia, só que com a autoridade do Espírito Santo, pois temos certeza do que estamos falando e fazendo. Não seremos de forma alguma enganados (Colossenses 2.4-7).


4) Livrar-nos de cairmos em pecados e cegueira espiritual (Salmo 119.11, Apocalipse 1.3).

Aquele que lê e guarda as escrituras, sabe o que agrada ou não o nosso SENHOR, as escrituras nos ensina a viver em cada área de nossas vidas, sem cometer pecados, tendo paciência e bom animo.

Vida Social – Provérbios 17.17, Lucas 10.25-37, João 15.13-17, Romanos 16.1-2.
Vida Conjugal – 1 Corintios 7.3-5, Hebreus 13.4.
Vida Profissional – Lucas 16.1-13, Filipenses 4.10-13, 1 Timóteo 6.1-2, 1 Pedro 2.18.

5) Dar-nos sabedoria e compreensão sobre fatos do passado, do presente e do futuro (Salmo 19.8, 2 Pedro 1.19, Apocalipse 1.1).

Qual dentre nós não nos questionamos do “por que” de tudo que está acontecendo. Milhares de pessoas passando fome, milhares de pessoas morrendo por ações da natureza, por que tantas doenças, por que demoramos tanto para vir conhecer o verdadeiro evangelho?

Dentro da Bíblia podemos encontra as respostas para todas essas perguntas e inclusive podemos aprender sobre os porquês de tudo que ainda está para acontecer.

6) Nos capacitar para fazer a obra do senhor (2 Timóteo 3.17).

A Palavra de Deus serve como bússola para nos guiar e também para capacitar. Cada um dentro do seu chamado ministerial. Sabemos nós, que Deus ele escolhe os incapazes e os capacita, para que através daquela vida o seu nome venha ser exaltado na terra.

Foi assim com Noé, quando teve que construir a arca (Gênesis 6.13-22);
Foi assim com José, onde de escravo passou a governador do Egito (Gênesis 41.38-41);
Foi assim com Gideão, onde de fazendeiro tornou-se general de guerra (Juizes 6:14);
Foi assim com Davi, onde de pastor de ovelha e filho rejeitado passou a Rei (1 Samuel 16.12);
E assim foi com vários outros personagens, do antigo ao novo testamento (Discípulos - Mateus 4.18-22, João Batista - Lucas 1.76-80, Saulo – Atos 9.1-31).

7) Conhecer as promessas de Deus para o seu povo (Dt. 7.19).

É de suma importância que o crente conheça as promessas de Deus para a vida dele. Conhecendo-as, poderemos saber realmente se estamos no centro da vontade de Deus. Como? Veja abaixo algumas promessas:

Gênesis 22.16-18
à Promessa que Deus fez a Abraão de ser misericordioso para com o seu povo para sempre.

Isaias 1.19
à Promessa de comermos o melhor desta terra, mas parar isso é necessário querer-mos e ouvir-mos, o que? A voz de Deus e seus ensinamentos

Jeremias 29.12-13
à Promessa que Deus sempre escutará nossas orações e nossos clamores e que sempre o acharemos, ou seja, ele sempre estará conosco. Mas para isso é necessário o buscar de todo o coração.

Marcos 16.16
à Promessa de salvação. Quem crer no SENHOR e for batizado, não será condenado (Quem são os que crêem? Mc.16.17-18).

Atos 16-31
à Promessa de salvação não só para nós, mas também para nossa casa.

O segredo para usufruir todas as promessas de Deus, se resumem em duas palavras: Fé e Obediência.

Assistam este vídeo e divulguem ok

quinta-feira, 8 de setembro de 2011