quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

E AINDA ME CHAMAM DE SEITA

 Por que somos chamados de seita?

Como já vimos em capitulos anteriores isto é fato antigo o “grande reformador” Calvino, perseguiu a um unicista de nome Miguel de Cervet, a Igreja foi perseguida nos primeiros anos e hoje ainda não é diferente, ultimamente temos sido perseguidos por homens maus que distorcem a verdade ausando-nos de “anti-cristo”, “falsos-profetas”, e muitos outros titulos, mais minha pergunta é: Isto não é uma incoerencia? Pois somos nós que anunciamos a divindade de Cristo e o apontamos como único Deus, e este povo nos chama de “anti-cristo”.

Recordo-me que em uma determinada ocasião eu estava no escritório de um amigo e logo chegou um pastor aqui de Mogi das Cruzes e começou me afrontar dizendo que eu era da Igreja primitiva, e, que não usávamos Bíblias e sim pergaminhos, e que as coisas velhas deveriam ficar nos museus, pois Cristo é novo. E me pediu para que eu levasse até ele uma cópia dos pergaminhos, ao que, lhe respondi que seria impossível pois meus irmãos unicitários foram queimados enrrolados nele pelos “pseudos-reformadores”. Não se engane, pois hoje é muito bonito falar de mártires e todos querem ser mártires, porem, os verdadeiros mártires foram os Cristãos Unicitários que foram lançados em covas de leões, foram crucificados, foram queimados, foram lançados em calabouços tudo porque criam e pregavam que o Messias anunciado havia nascido e sido pregado no calvário e seu nome é Jesus, é muito fácil reconhecer a Jesus como o Messias para um povo latino como nós, porem, é muito difícil para um judeu reconhecer o Messias porque para este reconhecimento o judeu entende que o Messias só pode ser Deus encarnado, pois esta era a ordem de Deus.

Quero aqui neste capitulo tentar na medida do possivel explicar o que é uma seita, e qual o motivo que os “apologetas trinitários” nos acusam de seita.

O que é uma seita afinal de contas?
Seita (< latim secta = "seguidor", proveniente de sequi = "seguir") é um conceito utilizado para designar, em princípio, simplesmente qualquer doutrina, ideologia ou sistema que divirja da correspondente doutrina ou sistema dominante (ou mais de um, quando for o caso), bem como também para designar o próprio conjunto de pessoas (o grupo organizado ou movimento aderente a tal doutrina, ideologia ou sistema), os quais, conquanto divergentes da opinião geral, apresentam significância social.
Usualmente conecta-se o termo à sua significação específica (stricto sensu) apenas religiosa, com o que por "seita" entende-se, a priori e de ordinário, imediatamente "seita religiosa". Porém, tal nexo causal não é imperativo, pois nem sempre uma seita está no domínio religioso.
Considerações filosóficas
•    Seja qual for a sua inserção semiológica, imprescindível é saber que seita, como ideologia ou como grupo que a professa, está colocada em desfavor no jogo do poder, face ao(s) detentor(es) da dominação. Isso vale em religião, política, ou outra qualquer expressão humana.
•    Seita é conceito sempre relativo em termos circunstanciais de espaço-tempo e de grau de abrangência cultural e/ou populacional.
•    Além disso, é conceito dinâmico, pois o que é seita num dado lugar, num dado momento histórico e para dada abrangência cultural e/ou populacional, pode vir a ser a ideologia dominante numa outra circunstância (espaço-tempo, cultura etc. diferentes, subsequentes).
O conceito essencial de seita conecta-se com o de heresia, já que este significa o conjunto de idéias que, em princípio e face às consideradas dominantes, destas divergem e devem, portanto, ser rejeitadas. A questão da rejeição é, naturalmente, tão pura e simplesmente, apenas imposição do poder da estrutura ideológica que está no domínio.
Etimologia
A palavra seita provém do latim secta (de sequi, que significa seguir), um curso de acção ou forma de vida, designando também um código comportamental ou princípios de vida ou ainda uma escola de filosofia ou doutrinas. Um sectator é um guia leal, aderente ou seguidor.
As palavras sectarius ou sectilis referem-se também ao corte ou acto de cortar, embora a etimologia da palavra não tenha semelhança alguma com a definição moderna que lhe é dada dentro do contexto atual.
Seita religiosa
Seita designa um grupo de pessoas (um movimento) que professam nova ideologia divergente daquela da(s) religião(ões) que são consideradas dominantes e ou oficiais, geralmente dirigidos por líder com características de personalidade consideradas carismáticas, mas ainda com fraco ou pouco reconhecimento geral por parte da sociedade. Mas, já se viu, a questão do reconhecimento é tão-apenas relativa.
Em oposição, o termo denominação religiosa é utilizado para designar os movimentos com reconhecimento geral na sociedade, embora, no Islão, os grandes grupos de seguidores wahhabis, xiitas e sunitas sejam considerados por muitos como seitas.
Muitas das chamadas "seitas" desmembram-se, cessam ou mudam de direção ideológica e/ou doutrinária com o desaparecimento dos seus líderes. Outras vezes, na ampla dinâmica histórica, aqueles outrora ditos "seitas" passam a assumir posição de domínio.
Do ponto de vista legal, os estados ocidentais passam a reconhecer as seitas religiosas como denominações religiosas quando estas obtêm registro oficial como pessoa jurídica, embora a perseguição religiosa e as injunções de manipulação de poder nem por isso se extingam. Com efeito, têm sido uma prática constante ao longo dos tempos para os grupos considerados como seitas.
É interessante lermos o que o Pastor Natanael segundo a CACP – CENTRO APOLÓGÉTICO CRISTÃO DE PESQUISAS, afirma este ser o mais renomado apologeta do Brasil, mais é importante ao apresentarmos aqui sua explicação de que sua apologia é pessoal, particular e sem base as Sagradas Escrituras, vejamos o que diz o Pastor Natanael:
“…O gnosticismo não obteve êxito. Os membros deste movimento ensinavam a salvação através do conhecimento místico, e não pela fé em Jesus. Eles constituíam grupos muito diversificados em suas doutrinas, pois diferiam de lugar para lugar, e em seus períodos. Essa doutrina era nada mais que um enxerto das filosofias pagãs nas doutrinas cristológicas. Negava o Cristianismo histórico (segundo ela, o Senhor Jesus não teve um corpo, isto é, não veio em carne, e seu corpo seria mera aparência, que chamavam de corpo docético). Seu período áureo foi entre 135-160 d.C., mas o gnosticismo já dava trabalho às igrejas na época dos apóstolos. O evangelista João enfatiza que “o Verbo se fez carne” (Jo 1.14); e “todo o espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus...” (1 Jo 4.3). É bom lembrar que os escritos joaninos são do final do primeiro século, escritos na cidade de Éfeso, então capital da Ásia menor, de onde surgiu o gnosticismo.

A Igreja saiu ilesa nessa batalha contra o gnosticismo, mas deixou de saldo a preocupação dos cristãos sobre a divindade do Logos e o monoteísmo. Os pais da Igreja se empenharam muito nessa luta contra as heresias. Se Jesus é Deus absoluto, como fica o monoteísmo judaico-cristão? Por outro lado havia outra questão:

se o Logos é subordinado ao Pai, não se com¬promete a divindade absoluta de Jesus? Havia na época os alogoi e os ebionitas.

Os alogoi eram contra a doutrina do Logos: negavam a divindade de Jesus. Os ebionitas constituíam a seita do segundo século, que negava a deidade absoluta de Cristo. Formavam uma comunidade de judeus-cristãos. O nome vem do hebraico e significa “pobre”. Eles criam em Jesus como o seu Messias, mas negavam sua deidade — o embrião da doutrina cristológica das Testemunhas de Jeová. Os ebionitas tinham horror aos escritos paulinos, pois Paulo colocava judeus e gentios no mesmo bojo: “to¬dos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Rm 3.23), e pelo fato deste apóstolo pregar a divindade de Cristo (Rm 9.5; Cl 2.9; Tt 2.13, etc.). Viviam o ritual da Lei e os costumes judaicos, e eram hostilizados tanto pelos judeus como pelos cristãos. Eram numerosos no final do primeiro século, mas aos poucos foram de¬saparecendo do palco, sumindo de vista no cenário da história da Igreja. Hoje estão mani¬festos com nova roupagem…”
Dá para se ver ao lermos este comentario infeliz do Pastor Natanael, de que ele realmente não sabe do que está falando, ao dizer que nós os unicistas negamos a Divindade de Cristo Jesus, quando nosso texto aureo está em  1ªJoão 5:20 que afirma ser Jesus o Verdadeiro Deus e a vida Eterna. Como fazer apologia de uma coisa como a santíssima trindade, se a propria Bíblia refuta outros deuses?
O povo unicista de maneira nenhuma são correntistas dos ebionitas ou sabelianistas, tambem não somos monarquianistas, unicamente cremos que Jesus é Deus, minha pergunta é, crer na divindade de Cristo me faz um herege? Ou sectário? Pois bem sou sectário, porem negar o Nome de Jesus Cristo jamais.
Recordo das palavras do meu velho pai, já falecido que dizia: “SÓ HÁ UM SER QUE QUER DIMINUIR A JESUS, E ESTE É O DIABO, OS QUE ASSIM FAZEM DELIBERADAMENTE TRABALHAM PARA O PAI DA MENTIRA”. (L.R.Santos)
Veja ainda o disparate de inverdades que o senhor Raimundo F. de Oliveira escreve em seu livro Seitas e Heresias – um sinal dos tempos da editora CPAD:
“ No tercerio seculo de nossa era, surgiu um movimento doutrinário a respeito da natureza de Deus, liderado por Sabélio, um presbítero da Igreja Cristã no norte da Africa; esse ensino de Sabélio consistia na negação da existencia da trindade, dizendo que Jesus era o Jeová do AT…. Este ensino desapareceu antes do fim do seculo IV, porem ressurgiu neste seculo, com uma nova roupagem chamado de “SÓ JESUS ou NOVA LUZ”
O pobre Raimundo nem sequer se deu ao trabalho de pesquisar a quantidade de asneiras que escreveu e traz a seguinte refutação bíblica acompanhe:
“…todo e qualquer movimento religioso que pôe a revelação particular e as experiencias pessoais acima da revelação divina da Bíblia Sagrada, cai em graves erros de interpretação da doutrina cristã. Isto é o que acontece com os seguidores do movimento “SÓ JESUS”.
Realmente não há necessidade de refutar tão apremiante verdade, este senhor que escreve isto apenas esquece-se de informar qual a base bíblica para batizar o povo na trindade, e tambem esquece-se de informar que é trindade afinal de contas? Pois ao lermos as Sagradas Letras, encontramos que estes senhores apologetas nada mais são que marionetes do catolicismo romano, defendem a farsa da reforma que nada mais fizeram a não ser condenar irmãos unicistas a fogueiras e outras mortes horrendas, na verdade já estamos conseguindo descobrir quem é quem nas seitas não é mesmo?
Agora é bem verdade que dentro do movimento Unicista existem diversas facções entre elas o tabernáculo da fé que é veemente refutada por mim por entender que não existe bases para tais ensinos, tambem refutamos por completo a Igreja Cristo Vive, entre outras mais somos unidos a todos os que professam que Jesus Cristo é o único Senhor.
Pedimos a gentileza dos senhores teologos trinitarianos a terem respeito pela nossa fé e não nos desrespeitarem mais, pois assim como existem milhares de assembléias, presbiterianas, e demais denominações tambem dentro da Unicidade existem diversas denominações que professam a verdade inquestionável que liberta, isto é, de Jesus é Deus e o único Deus.

Texto extraido do livro CONTRA FATOS NÃO HÁ ARGUMENTOS

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012






è o fim do mundo


Recentemente eu tive uma discordancia com o Deputado Federal Marco Feliciano, pois o mesmo afirmou em uma pagina de relacionamento que sentiu poderosamente a presença de Deus naquele lugar quando anistiaram os Bombeiros do Rio de Janeiro.

Em primeiro lugar quero expressar aqui meu repudio a greve de qualquer classe, creio piamente que greve é coisa de anarquista, de baderneiros.

Em segundo lugar amigos leitores, como é possivel sentir a presença do Altíssimo apoiando os atos de vandalos que quebraram todo o quartel, ora a minha avó dizia: ME FALE COM QUEM VOCE ANDA QUE EU FALO QUEM VOCE É.
Agora estes mesmos vandalos estavam atendendo ao chamado do predio que caiu no Rio acho que voces viram, e eles estavam recolhendo os despojos, dá pra acreditar.
como se não bastasse agora a policia da Bahia, em greve, já está pedindo a liberação dos presos e anistia ao fim da greve, eles invadiram a Camara, sujaram tudo, quebraram tudo e agora pedem anistia?
O senhor Deputado voce deve sentir qualquer coisa menos a presença do Altíssimo diante de uma situação como esta, por favor, vamos acabar com a hipocresia?

estou cada vez mais irritado com parlamentares cristãos, se por um lado fazem coisas boas como engavetar a PL 122 ( que não é outra coisa, a não ser empurrar com a barriga), por outro lado em escutas telefonicas foram pegos incitando a greve no Rio, por favor senhor Garotinho que está acontecendo?

O pior de tudo é que no Facebook, estão fazendo campanha pro Marco Feliciano tornar-se Senador, quer um conselho amigo? volte os seus olhos apenas para as suas pregações e louvores, pois nas Igrejas voce é um Show Man, porem, em Brasilia voce é uma catastrofe.

Vamos fazer uma campanha e colocar fim a hipocresia

Ortodoxo, Eu?


 Recentemente fui chamado de Ortodoxo, o que me deixou extremamente feliz, pois tenho uma teoria de pregar o que eu creio.
Louvo a Deus, por estar trilhando há 14 anos como pastor e nunca ter me corrompido com mensagens de auto-ajuda, de auto-proclamação, de farizeismo, de prosperidade, o que creio isto eu prego, e prego Jesus é o Senhor.
A definição estrita da palavra Ortodoxo, me alegra muitíssimo, pois Orthós Orthoós  que significa RETOS e Dóxa dóxa que significa OPINIÃO, logo ORTODOXO parece indicar CRENÇA CORRETA. Portanto, eu só posso ser ortodoxo, crer naquilo que é certo e defender o que é certo. A ortodoxia desenvolveu dois princípios teológicos, hoje esquecidos, dos que jazem no mundo do engano e da falsa crença da trindade: os princípios são: Formal e Material
Formal: é a Bíblia
Material: A Doutrina Unicista.
Neste prisma, me vanglorio hoje então de ser “taxado” de Ortodoxo, pois ressalta que o que cremos é verdade.
Não meus amigos, eu não me atrelo a trinitários, que posam no seu orgulho para fotos de recordações e tem seus corações a mesma e velha crença católica incapaz de salvar e de resgatar o homem pecador.
Também ao ser questionado sobre o batismo se é ou não para a salvação, torno a afirmar que sim, é para salvação, pois é no batismo que recebemos o Nome, o único batismo que não é para a salvação é o batismo trinitário, pois este meu amigo não serve pra nada. Em atos 4:12 nos diz que em nenhum outro há salvação, porque também debaixo dos céus nenhum outro Nome é dado entre os homens para que possamos ser salvos, como receber o nome? Através do batismo Pedro nos afirma em sua carta que o batismo que agora salva 1º Pedro 3:21, ainda em Marcos Jesus afirmou que aquele que crer e for batizado será salvo, mais o que não crer será condenado. É obvio que o batismo sim é para a salvação, salvação para os que creem, porque não adianta de nada ser batizado se não crer na eficácia do Nome.
Outro questionamento foi quanto ao púlpito salvar.
Tenho que concordar que púlpito não salva, o que salva são as palavras lançadas do púlpito, muitos pregadores detentores da verdade preferem negligenciar esta mensagem poderosa sob pena de perder alguns súditos e pregar apenas mensagens de auto-ajuda, mensagens de prosperidade etc... e desta forma o púlpito realmente não está salvando assim, como o púlpito e a homilia de um padre não pode fazer nada. Temos que ser pregadores de um púlpito que convença, e não coloque o pobre do pecador na mesma posição de um santo, pecador é merecedor de misericórdia, assim como o santo que já a alcançou.
Fico imaginando nos dias de hoje, quantos de nós estaríamos capacitados para seguirmos a Jesus como seus discípulos? Creio que poucos, pois assim como faltou para Tomé a convicção, falta também para a maioria dos pregadores hoje.
Fiquei também consternado ao ver que um amigo meu afirmou que eu dou aulas para meus amigos trinitários pois estou visando dinheiro, nunca pensei, que isto poderia sair do seu coração, pois os que conhecem o ITS – INSTITUTO TEOLÓGICO SHAMMAH, sabem que 80% dos alunos são bolsistas e não pagam sequer as apostilas, nossa Instituição tem uma única finalidade transformar o homem através do conhecimento, é triste, porem, é perfeitamente logico receber um ataque como este que recebi hoje.
Para terminar meu desabafo sigo em frente afirmando, sou Unicista creio em um único Deus, seu Nome é Jesus e o Batismo só pode ser em Nome de Jesus para que o homem seja salvo, isto me torna um ortodoxo? Bem... O que cremos isto pregamos...

Atte

Pr.Dr. Wagner Teruel
www.itsteologia.net

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

A IMPORTANCIA DO ESTUDO TEOLÓGICO



A Importância do Estudo Teológico

Muitas vezes nos perguntamos o porquê do estudo teológico, não seria o suficiente para nossas vidas as pregações e palavras ditas nos cultos?

Obviamente que não e abaixo tento explicar o por que:

Os ensinos teológicos  são imprescindíveis para o homem e de valor inestimável. São livros escritos segundo a própria sabedoria divina, inspirados pelo Espírito Santo de Deus, como nos relata a Bíblia em 2 Pedro 1.21. Desprezar estes livros é o mesmo que desprezar uma lanterna em um túnel totalmente escuro, cujo qual você precisa atravessar, em outras palavras é o mesmo que desprezar o caminho para a salvação.

O propósito de estudar a Bíblia, de forma ordenada e contínua, é que as Sagradas Escrituras podem:

1) Levar-nos á Fé salvadora em Cristo Jesus (2 Timóteo 3.15).
Significado de Fé é: Crer no SENHOR Jesus Cristo como único salvador de nossas vidas, crer nos seus ensinamentos e na vida eterna alcançada devido a obediência dos mesmos.

O homem em si é limitados, ou seja, somos que nem Tomé, as vezes necessitamos ver para crer. Com isso quando lemos na bíblia sobre cura de enfermos, demônios sendo expulsos, pessoas sendo ressuscitadas e até mesmo as profecias ditas, a principio, no inicio da nossa caminhada cristã, por mais que acreditamos no que está escrito, quando vemos estas situações dentro da igreja, perante nossa face, nós mesmos vamos dando mais credito a palavra, é onde com a leitura constante, nossa Fé vai cada vez mais se edificando até chegar ao ponto onde nada poder nos abalar, como foi a Pedro, Tiago, João, Paulo e outros discípulos e apóstolos de Jesus Cristo.

2) Orientar-nos sobre decisões do dia-a-dia (2 Timóteo 3.16).

Na Bíblia temos dezenas de exemplos de vida, onde podemos aprender com os erros como também com os acertos. Através das histórias, podemos nos deparar com situações do nosso dia-a-dia e tirar nossas dúvidas sobre determinados assuntos.

Temos o caso de Jô, vaso único, inigualável na terra segundo Deus relata a satanás (JÓ 1.8), mesmo assim padeceu enfermidades, perdeu sua família e dinheiro por provação de Deus, durante dois anos. Ainda assim permaneceu fiel a Deus e o SENHOR o restituiu tudo em dobro.

Vemos também o exemplo de Davi, homem segundo o coração de Deus. Exemplo de humildade (1 Samuel 16.14-23), onde mesmo já ungido (separado) para rei de Israel, foi e serviu a Saul, tocando sua harpa para espantar o espírito mau que o atormentava.

Exemplo de coragem (1 Samuel 17.32), onde ali na peleja contra os filisteus, Davi não olhou para o tamanho de Golias e sim olhou para o seu SENHOR e desceu ao vale e venceu o gigante.

E o maior de todos os exemplos, que foi o nosso SENHOR Jesus Cristo, onde nos ensinou o amor ao próximo, a humildade, obediência aos propósitos de Deus e mostrando que somos capazes de vencer as lutas, calúnias, humilhações e afrontes deste mundo.

3) Guardar-nos contra superstições, mentiras e enganos (Salmo 119.105).

Lembramos que o SENHOR Jesus, ao ser levado ao deserto e sendo tentado por satanás, ele obteve suas respostas nas Sagradas Escrituras. Quando temos a palavra conosco, mesmo quando nos atacam através de versículos bíblicos distorcidos, tentando nos enganarem, nós saberemos contra-atacar através da Bíblia, só que com a autoridade do Espírito Santo, pois temos certeza do que estamos falando e fazendo. Não seremos de forma alguma enganados (Colossenses 2.4-7).


4) Livrar-nos de cairmos em pecados e cegueira espiritual (Salmo 119.11, Apocalipse 1.3).

Aquele que lê e guarda as escrituras, sabe o que agrada ou não o nosso SENHOR, as escrituras nos ensina a viver em cada área de nossas vidas, sem cometer pecados, tendo paciência e bom animo.

Vida Social – Provérbios 17.17, Lucas 10.25-37, João 15.13-17, Romanos 16.1-2.
Vida Conjugal – 1 Corintios 7.3-5, Hebreus 13.4.
Vida Profissional – Lucas 16.1-13, Filipenses 4.10-13, 1 Timóteo 6.1-2, 1 Pedro 2.18.

5) Dar-nos sabedoria e compreensão sobre fatos do passado, do presente e do futuro (Salmo 19.8, 2 Pedro 1.19, Apocalipse 1.1).

Qual dentre nós não nos questionamos do “por que” de tudo que está acontecendo. Milhares de pessoas passando fome, milhares de pessoas morrendo por ações da natureza, por que tantas doenças, por que demoramos tanto para vir conhecer o verdadeiro evangelho?

Dentro da Bíblia podemos encontra as respostas para todas essas perguntas e inclusive podemos aprender sobre os porquês de tudo que ainda está para acontecer.

6) Nos capacitar para fazer a obra do senhor (2 Timóteo 3.17).

A Palavra de Deus serve como bússola para nos guiar e também para capacitar. Cada um dentro do seu chamado ministerial. Sabemos nós, que Deus ele escolhe os incapazes e os capacita, para que através daquela vida o seu nome venha ser exaltado na terra.

Foi assim com Noé, quando teve que construir a arca (Gênesis 6.13-22);
Foi assim com José, onde de escravo passou a governador do Egito (Gênesis 41.38-41);
Foi assim com Gideão, onde de fazendeiro tornou-se general de guerra (Juizes 6:14);
Foi assim com Davi, onde de pastor de ovelha e filho rejeitado passou a Rei (1 Samuel 16.12);
E assim foi com vários outros personagens, do antigo ao novo testamento (Discípulos - Mateus 4.18-22, João Batista - Lucas 1.76-80, Saulo – Atos 9.1-31).

7) Conhecer as promessas de Deus para o seu povo (Dt. 7.19).

É de suma importância que o crente conheça as promessas de Deus para a vida dele. Conhecendo-as, poderemos saber realmente se estamos no centro da vontade de Deus. Como? Veja abaixo algumas promessas:

Gênesis 22.16-18
à Promessa que Deus fez a Abraão de ser misericordioso para com o seu povo para sempre.

Isaias 1.19
à Promessa de comermos o melhor desta terra, mas parar isso é necessário querer-mos e ouvir-mos, o que? A voz de Deus e seus ensinamentos

Jeremias 29.12-13
à Promessa que Deus sempre escutará nossas orações e nossos clamores e que sempre o acharemos, ou seja, ele sempre estará conosco. Mas para isso é necessário o buscar de todo o coração.

Marcos 16.16
à Promessa de salvação. Quem crer no SENHOR e for batizado, não será condenado (Quem são os que crêem? Mc.16.17-18).

Atos 16-31
à Promessa de salvação não só para nós, mas também para nossa casa.

O segredo para usufruir todas as promessas de Deus, se resumem em duas palavras: Fé e Obediência.

Assistam este vídeo e divulguem ok

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Samuel Valverde predica FUENTE EM MEDIO DE LOS VALLES


ACABANDO COM A HIPOCRISIA DO FALSO LOUVOR DE AUTO AJUDA


 
EVITANDO OFERECER FOGO ESTRANHO - ACABANDO COM A HIPOCRISIA DO FALSO LOUVOR DE AUTO AJUDA


“E os filhos de Arão, Nadabe e Abiu, tomaram cada um o seu incensário, e puseram neles fogo, e puseram incenso sobre ele, e trouxeram fogo estranho perante a face do Senhor, o que lhe não ordenara” ( Lv.10:1).

Pensemos por alguns instantes a expressão “FOGO ESTRANHO”, o que significa?
Deus havia ordenado como se deveria oferecer o incenso, em Levíticos 16:12 diz-nos: “... Depois tomará um incensário cheio de brasas, de fogo do altar de diante do Senhor...”

A ordem era tomar fogo do altar diante do Senhor, porém Nadabe e Abiu, parecem ser que não entenderam esta ordem estrita e decidiram por si mesmos, por dentro do incensário um fogo diferente ao fogo do altar, porque diz: “E puseram neles (nos incensários) fogo...” esse pôs denota que foram eles mesmos de livre e espontânea vontade e não Deus, quem pôs o fogo. Em poucas palavras, trouxeram um fogo importado de outros fins que não procedia ou pertencia ao perímetro do altar de Deus.

Assim que o pecado de Nadabe e de Abiu, consistiu em haver procedido irreverentemente com as coisas de Deus, decidindo fazer o que era o que Deus queria, qual era sua vontade neste aspecto.
Porém você dirá: O que tem que ver isto com o louvor a Deus? Qual é a aplicação na oração e no louvor?

Se analisarmos detenidamente em Levíticos, podemos ressaltar que os sacrifícios que se ofereciam no altar de Deus; como o holocausto, a oblação, a oferta de paz, e todos estes propósitos, mais tarde são registrados em Hebreus sob a semelhança de “Sacrifícios de Louvor, isto é o fruto de lábios que confessam o seu Nome” .

Depois que Jesus Cristo fez tudo pelo pecador, como prover o holocausto, depois a expiação dos pecados, e por ultimo, como diz em Efesios12:13, que Cristo é a nossa oferta de Paz, não nos sobra outra alternativa a não ser oferecer a Deus ações de graças por todos os benefícios recebidos, ou seja, rios de louvor para o nosso Deus.

Por Ele, é necessário observar detenidamente como e qual é o método ou a forma bíblica do louvor para não ocorrer muitos erros espirituais profundos que nos desviem da verdade bíblica.  

Deus desenhou o programa do louvor  desde muito tempo atrás. Ele quis deixar claro como se deve louvar. E não necessita, nem deseja, que alguém intente trocar o que Ele já estabeleceu.
Agora, olhemos claramente, a Luz da Palavra, como evitar cair no pecado de Nadabe e Abiu. E pensemos em algumas tendências ou perigos aos que estamos apresentando a todos os participantes do louvor, ou seja, dirigentes, pregadores, cantores, músicos e a Igreja em geral.

O músico, ou o líder de louvor e a excitação dos sentidos musicais:
As Sagradas Escrituras nos diz que o músico e o cantor deverão fazê-lo bem, e também diz Louvar a Deus com cordas, flautas, harpas, címbalos ressonantes. Duas coisas podemos deduzir:
1.    É necessário que exista boa música, que a mesma seja especial, da melhor qualidade.
2.    Fala-se de abundancia de instrumentos e de címbalos ressonantes. A palavra ressonante etimologicamente significa soar dobrado, ou seja, que os pratos soem fortes, que ressoem, logicamente em sua ordem.
Isto nos abre a porta do entendimento para conhecer que a Deus se deve louvar como diz a Palavra e não como alguém possa pensar , assinalando que a percussão e o júbilo devem desaparecer. “...

Pois isto não louva a Deus...!!”

Mais, a Bíblia diz: “Louvai a Deus com Júbilo, levantai a voz com címbalo ressonante...” etc...
Pessoalmente tenho sido testemunha de como centenas de pessoas tem sido cheias do poder do Espírito Santo, em cultos normais, convenções, etc  várias pessoas alcançaram esta benção através do louvor, um culto avivado, uma campanha, ou uma convenção não estará contra do poder do Espírito Santo e sim que o aviva, se esta, desde logo é espiritual.

Assim que a Bíblia sim autoriza fazer todos os esforços musicais. O que Deus sim requer dos músicos é que este baseie suas emoções em fazer tudo para a glória de Deus, e não realizar algo para impressionar ou para excitar  o gosto musical da massa e conseqüentemente fazer mover a Igreja em virtude do virtuosíssimo musical de alguns arcordes dissonanticos, ou de alguns contra-pontos de uma bela tabela de inversão, e sim o poder e a unção do Espírito Santo.

Tendência do Dirigente de culto, coros, hinos, pregadores e os que ministram no altar:
O louvor é um assunto sério, mais sério do que muitos podem pensar. Não é um assunto sem importância, ou insignificante dentro do aspecto de que nós denominamos “O CULTO”.
Convido-lhe amavelmente a analisar as Escrituras no seguinte argumento. Cada qual pode decidir sobre o que é seu, porém quanto ao louvor diz a Bíblia: “...Teu é o louvor em Sião...”, e em outra parte afirma: “...Seu louvor estará de continuo em minha boca...”este“Teu” e “Seu”, é com referencia a Deus. Nos diz “O louvor”, não “Meu Louvor”, nos diz “Teu é o louvor, e não meu é o louvor” Teu e Seu, são pronomes possessivos, atribuídos inequivocadamente, a segunda pessoa do singular os quais nos indicam que o objeto “LOUVOR” é de propriedade desta pessoa, neste caso de Deus. De tal forma que como Ele é o dono do louvor, é Ele que pode decidir o que Ele gosta de fazer com o louvor, o que lhe bem parecer, não você que está lendo, nem eu que escrevi.

Assim que é Deus quem decide o que deseja escutar, como deseja escutar, quando deseja escutar e quantas vezes desejas escutar, nem você e nem eu temos esta autoridade sobre a propriedade dEle.

Lembre-se que o pecado de Nadabe e de Abiu, “foi por o fogo... que Ele nunca lhe mandou”, ou seja, cantarão o hino, ou o coro que Ele não lhes mandou, as vezes que Ele não disse, no momento em que Ele não quis e como Ele não gostou. E em quanto ao número de vezes de coro ou hinos que se deve cantar, isso é poder de Deus; Ele pode decidir que seja apenas uma só vez, como pode decidir que sejam 500 vezes. O que sabemos nós da agenda de Deus para esse dia? Por acaso temos consultado ao itinerário divino? Se quisermos oferecer a Deus um fogo verdadeiro, então o Espírito Santo nos dirá em seu momento o que  Ele deseja.

O louvor é sinônimo de liberação, diz a Bíblia; portanto não pode estar amarrada ao ser humano que é sinal de pecado e escravidão. Posto que se “Deus habita no meio dos louvores”, “Deus é espírito, e onde está o Espírito de Deus ali há liberdade”, então: No louvor tem liberação e por tanto poder e potencia divina.

De igual forma a Igreja em geral deve cuidar de não deixar se arrastar por qualquer instrumento bem tocado, e sim que deve, esquadrinhar primeiro e depois louvar a Deus como só Ele merece: com toda a alma!!!

Assim que todos estamos no dever de oferecermos a Deus um fogo, porém devemos tomar “O fogo do Altar” não do fogo de nossa inteligência e capacidade a qual “Ele nunca nos mandou”.
Temos as ferramentas para não oferecer a Deus fogos estranhos no louvor e para decidirmos sobre o que Deus deseja ouvir.

Deixemos que o Espírito Santo nos inspire e nos sopre o que Ele deseja escutar e receber e então sim, seremos como a Sua boca, e o louvor produzirá grandes avivamentos e muitos serão cheios do Espírito Santo.



Pr.Dr. Wagner Teruel
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Deus os abençoe ricamente !!!

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